domingo, 24 de março de 2013

ETs ou Terra jovem? Resposta: Nenhum deles!!!



Mais uma vez, segue a mentira e a má fé do criacionismo. Dessa vez, ela vem aliada ao sensacionalismo russo e sua fascinação por Extra-terrestres.



Saiu no VOZ DA RÚSSIA... algo semelhante ao PRAVDA...

Dessa vez dizem ter achado um artefato semelhante a uma cremalheira com 6 dentes e espaçamento idêntico entre tais dentes. a tal peça foi encontrada em uma peça de carvão originá ria de um veio de 300 milhões de anos.

Ao lerem tal notícia, sem qualquer cuidado, os fundamentalistas do criacionismo já vêm com a ideia de que o planeta Terra não é tão velho quanto parece, o que reforçaria as suas teses sem pé nem cabeça de dilúvio.

Claro que para eles, os métodos de datação são falhos, uma vez que contraríam as suas crenças na literalidade bíblica. Ad nauseam já explicamos (aqui e aqui, mais especificamente na mentira 14) como os métodos de datação absoluto e relativo funcionam e não há erro nels, uma vez que os diversos métodos absolutos convergem entre sí, bem como respaldam a metodologia de datação relatíva.

Os métodos absolutos são utilizados para rochas ígneas. Não é simplesmente moer uma rocha e ver sua quantidade de chumbo e urânio ou de rubídio e estrôncio ou potássio e argônio.


VALE MAIS UMA VEZ RECORDARMOS ALGUNS DESSES MÉTODOS DE DATAÇÃO, uma vez que criacionistas funcionam por condicionamento:


Há minerais que formam seus reticulos em torno de determinados metáis e não de outros, como é o caso do zircão (ortossilicato de zircônio) que ama urânio e odeia chumbo, isto é não forma retículos em torno de chumbo, mas em torno de urânio. Isso implica que se este mineral contiver chumbo (Pb-207 ou Pb-206), este chumbo será um elemento filho, oriundo do decaimento do urânio (U-235 ou U-238). Esta é a metodologia utilizada na datação pelo  urânio-chumbo.

Quanto ao método do potássio-argônio, o argônio (Ar-40) ele fica aprisionado no retículo do mineral de potássio (no caso o K-40), o quew resulta ser esse gás orioundo apenas do nosso K-40. Os minerais de potássio são: silvita, carnalita, cainita, langbenita, o ortoclase (um feldspato rico em potássio), alguns granitos comalto teor de minerais de potássio.

Já o método do rubídio-estrôncio (Rb-87/Sr-87) é valido, uma vez que os retículos de mierais como do plagioclásio, moscovita, biotitas, hornblenda e feldispatos retêm o estrôncio e deixa o rubídio livre na rocha, ainda em estado líquido. Dessa forma, a relação Rb/Sr no magma residual pode aumentar. Analisam-se vários minerais nas rochas, de forma a se obter a idade da amostra. Com isso, plotam-se as curvas isócronas (Sr86/Sr-87) contra (Rb-86/Rb-87). Caso elas formem uma linha reta, as idades serão consistentes, sendo que a inclinação da curva dirá a idade da amostra.

O método do urânio-tório (U-234/Th-230) é utilizado para datar idades de materiais ricos em carbonatos de cálcio, como os corais. O tório não é solúvel em águas naturais como aquelas de superfície. Assim, os materiais coletados, que se desenvolveram em em águas dessa natureza, não contêm tório. Já o urânio é solúvel nessas águas. Dessa forma os materiais que se precipitam ou se desenvolvem nessas águas contêm urânio. Com o passar do tempo, o U-234 decai em Th-230, o que nos possibilita calcular as idades desses materiais em até 500 mil anos, pois a meia vida do U-234 é de 75 mil anos.

O método do samário-neodímio (Sm-147 /Nd -143 e Sm-146/Nd-142) serve para datar rochas ígneas e meteoritos e é sempre utilizado com o método do rubídio-estrôncio. As meias vidas são 1,06 x 10^11 anos e 1,08 x 10 ^8 anos respectivamente. O Sm-146 é produto do decaimento do Gd-150, em uma meia vida de 1,79 x 10^6 anos.

A concentração Sm/Nd aumenta em minerais de silicato, na ordem em que eles cristalizam a partir do magma de acordo com as séries de reações de Bowen. Estas reações explicam por que determinados minerais podem ser encontrados juntos, enquanto outros jamais se associam.

O samário é melhor acomodado em minerais máficos, aqueles ricos em elementos pesados e pobres em sílica.estes minerais, quando ainda em fase líquida, concentram neodímio mais rapidamente que samário. Assim há cristalização fracionada, vai de minerais máficos a minerais félsicos (os ricos em silicatos), o que modifica a relação Sm/Nd, reduzindo-a, conforme o mineral tenda a ser félsico. É a partir deste processo que se pode datar a crosta continental.

Método do radiocarbono, que serve apenas para datar materiais orgãnicos com até 60 mil anos, com base no isótopo C-14. As plantas captam carbono a partir do CO2 atmosférico. O C-14 é produzido a partir do bombardeamento do N-14/7 com nêutrons, gerando C-14/6 e um próton.

Este C-14 é produzido a taxas constantes na atmosfera, podendo variar conforme será explicado no caso dos radionuclídeos cosmogênicos.

Os animais se alimentam de plantas e de outros animais, mantendo estável a taxa de C-14 em seus organismos. Quando morrem, a taxa de C-14 decai em seus restos e assim, pode-se dizer quando o animal ou a planta morreram, ou seja, quando pararam de repor o C-14 em seus organismos.

A datação por radionuclídeos cosmogênicos utiliza nuclídeos exóticos como o Be-10, Al-26 e Cl-36, produzidos pela interação entre raios cósmicos e o planeta Terra. 

Este método determina a idade do surgimento de determinada superfície do planeta, demonstrando quando ela foi pela primeira vez atingida por raios cósmicos ou sua data de soterramento. 

Para determinar a data de soterramento, o método utiliza em conjunto, pelo menos quanto de dois radionuclídeos decaíram, com uma aproximação da idade em que o sedimento foi exposto pela última vez aos raiso cósmicos.  Ou seja, pode-se datar por quanto tempo uma superfície ficou exposta, por quanto tempo ficou enterrada ou qual a velocidade de sua erosão. estes nuclídeos adotam como princípio su aprodução e decaimento a taxas conhecidas, o que propicia saber por quanto tempo determinada superfície ficou exposta aos raiso cósmicos.

Os raios cósmicos podem ser afetados por ventos solares, pela variação do campo magnético terrestre, com as elevações do planeta (vales, montanhas, depressões), com a pressão atmosférica, sendo que pode ser estimada de acordo com estes fatores.

A datação por luminescência observa a luz emitida por quartzos, feldspatos e calcita, sendo os métodos mais utilizados a estimulação óptica de luminescência (EOL), a termoluminescência (TL) e a catodoluminescência (CL). A TL e a EOL são utilizadas em arqueologia de forma a datar cerâmicas e migração de areias. Quanto a CL, ela é utilizada para se estudar a composição e estrutura interna de materiais. 

MÉTODOS DE DATAÇÃO RELATIVA:




Quanto à datação relativa, ela apenas ordena eventos passados, sem a necessidade de que se calcule sua idade absoluta. Assim, apernas saberemos o que veio antes e o que veio depois. É a bioestratigrafia que trata da datação relativa de fósseis e estratos rochosos. Assim, caso encontremos estratos com diferentes composições em suas rochas, porém com os mesmos fósseis, teremos estratos de idades semelhantes.

Os fósseis se dispõem nas camadas de rocha de forma sempre regular, o que foi descoberto em 1800 por Willian Smith. Ele descobriu que certos animais jaziam sempre na mesma ordem em determinadas camadas de rocha, o que possibilitava dizer que rocha se formou antes ou depois de outra.

Antes dos métodos de datação absoluta, os geólogos estavam limitados á metodologia por datação relativa, o que os impossibilitava de tecer qualquer conjectura sobre a idade de determinados estratos rochosos.

O método absoluto permitiu datar rochas ígneas, que muitas vezes se sobrepunham ou se encontravam abaixo das rochas sedimentares ou entre elas, oriundas de terrenos outrora ou atualmente vulcãnicos, o que permitiu tecer um parâmetro de idade, entre uma e outra camada, conforme a deposição dos depósitos sedimentares e a presença dessas rochas.




Pode se estudar diretamente o artefato ou o meio em que ele se encontra. Utilizam-se os métodos absolutos, os relativos e a estratigrafia de idades equivalentes.

Retornando ao caso, o que não dizem é que a Rússia é uma grande exploradora e vendedora de histórias fantásticas de ets. 

a peça encontrada é feita de alumínio e magnésio (98 e 2% respectivamente) e foi encontrada em um veio de carvão com 300 milhões de anos como dito abaixo:

O recente artefato de Vladivostok voltou a surpreender os cientistas. O carvão, em que foi achada a peça extraordinária, foi trazido para a cidade da Khakássia e tem uma idade de 300 milhões de anos. Por isso os cientistas concluíram que a peça metálica deve ter a mesma idade.


A peça original não parece tão impressionante assim, conforme demonstra a figura abaixo:



A segunda foto do caso segue abaixo:



Outro ponto a ser considerado, é que se analisou a idade do veio de carvão e não do objeto em que nele se encontra incrustrado, conforme o próprio artigo diz. Ou seja, nada se sabe acerca da idade do objeto, mesmo porque calcular a idade absoluta de objetos de metal é impossível. Usa-se apenas a datação relativa para este caso.

 Dessa forma a questão pode ser mais uma FRAUDE como tantas outras tais como:

 pegadas de dinossauros junto com pegadas de humanos no Riop Paluxy (desmentido aqui), uma vez que é apenas erosão de pegadas de dinossauros:



 








 pedras de Ica uma fraude!!! Ver aqui também:







 Eltanin Antenna (uma esponja do mar - Cladorhiza concrescens!!!).




O parafuso fossilizado de 300 milhões de anos (é apenas o fóssil de um crinóide)...









 

  Há ainda a menção de um vaso, de uma marmita, engrenagens e de uma corrente de ouro, que nada mais podem ser que fraudes (ver aqui).


Agora vamos à nota infeliz:


É interessante notar como os pesquisadores, diante de um artefato indiscutivelmente fabricado por alguém inteligente, rapidamente concluem pelo óbvio: o objeto foi criado. Mas o que ele faz incrustado em carvão com supostos 300 milhões de anos? 


Como já respondido, a grande notícia vem da Rússia, cuja imprensa explora em demasia o aspecto de Ets, atribuíndo tudo a estes seres.

Inclusive o caso de Tunguska (ver Zênite Tunguska), que sem sombra de dúvidas consistiu da queda de um asteróide ou cometa,  que explodiu a cerca de 500 metros do solo, se vaporizando, foi atribuído pela imprensa marrom russa de ser uma queda de nave espacial. 

Ao que parece, a queda foi de um asteróide, uma vez que fora extraído, durante a década de 1990 resina de árvores contendo alto teor de material encontrado em asteróides, não em cometas. 

Em 2007, Mark Boslough e seu grupo do Sandia National Laboratories utilizou pela primeira vez supercomputadores para simular em três dimensões o evento Tunguska. A estratégia resultou num quadro inteiramente novo. E assustador.

Antes, supunha-se que um pedaço de cometa do tamanho de um campo de futebol, pesando um milhão de toneladas e movendo-se a 108.000 km/h teria causado da explosão. Porém, as simulações sugerem que um pequeno asteróide teria o mesmo efeito. 


 

O bólido seria cada vez mais comprimido pela crescente resistência da atmosfera terrestre (animação acima), até o ponto em que explodiria no ar, produzindo um violentíssimo fluxo de gás aquecido que continuaria o caminho até o chão. As estimativas agora situam entre 3 e 5 milhões de toneladas de dinamite a energia suficiente para causar a onda de choque de Tunguska.


Assim, há grandes suspeitas de ser a tal peça encontrada no carvão mais uma fraude criada para vender  jornais e impressionar os aficcionados por histórias de ets.



Das duas uma: ou a datação é falha (como sempre temos dito) ou extraterrestres o fabricaram. 

 Não, a metodologia de datação utilizada não é falha (engraçado... para o autor, quando se datam objetos bíblicos tudo bem; quando atenta-se contra suas crenças tudo está errado - um tanto incoerente...) e, tampouco, o artefato foi feito por alguém. A datação é de um veio de carvão e não do tal artefato, que seguramente é uma fraude como tantas outras.


Claro que os evolucionistas preferem optar pela segunda "explicação", uma vez que não vão admitir que o método de datação é tão frágil, nem vão admitir que houvesse seres humanos num passado tão remoto; e muito menos darão o braço a torcer para os criacionistas, admitindo duas coisas ao mesmo tempo:

 Não, cientistas biólogos evolucionistas não falam de ets. Isso é coisa para caras como Erich von Daniken, J. J. Benitez, Michael Cremo e seriados sensacionalistas como Alienígenas do Passado. Biólogos evolucionistas lidam com a biologia e a evolução das espécies. Seu interesse reside no estudo de como as espécies surgiram, nada mais.

Já exobiólogos que estudam Astrobiologia, conjecturam como poderiam ser seres de determinados planetas, com mais ou menos gravidade que a Terra, com temperaturas distintas de nosso mundo, com sóis mais ou menos intensos, etc.

Os astrobiólogos estudam como a vida poderia se difundir no cosmos e, mesmo o que seria vida, como esta poderia se originar, evoluir, que meios seriam habitáveis e como reconhecer biosferas distintas da nossa.

Não é uma mera questão de ser resistente ao ideário criacionista. Este não tem qualquer evidência de suas alegações, assim como ets também não possuem qualquer evidência concreta. Pior, quando dizem que elas aparecem, não passam de fraudes, tanto para alienígenas, quanto para as maluquices criacionistas.

Assim, não havia humanos há 300 milhões de anos; humanos e dinossauros não coabitaram o planeta Terra, nenhum et, desceu aqui durante o Jurássico, as pirâmides foram feitas pelos egipcios, no Egito e maias nas Américas, pinturas nada mais são que representações míticas de deuses e, boa parte do "acervo fantástico" não passa de fraudes.

Logo, é certo que cientistas sérios não optarão em falar numa Terra jovem e nem falar em criações de ets. Eles dirão que tais artefatos não passam de fraude, mesmo porque a idade de um metal é impossível de se determinar por qualquer método de datação absoluta, mas apenas pela datação relativa de seus depósitos, como se faz com a arqueologia bíblica.



 (1) a Terra não é tão antiga e (2) os seres humanos do passado eram tão inteligentes que foram capazes de fabricar peças de ligas metálicas. Esses mesmos cientistas que não admitem que um simples pedaço de metal moldado pudesse ser fruto do acaso dizem isso quando analisam ultracomplexas máquinas moleculares presentes em todos os seres vivos. Vai entender...[MB]

A Terra é antiga sim e tem cerca de 4,5 bilhões de anos. Humanos do passado eram inteligentes, tanto que há aquele computador grego; sabiam construir, sabiam fazer ligas metálicas e sabiam muito bem criar dispositivos para observar estrelas e mesmo saber se havia terremotos como uma máquina estranha chinesa (um sismoscópio).

computador grego



planetário sumeriano


 sismoscópio chinês

 O que há dentro de uma célula não se tratam de máquinas em seu sentido lato. Tampouco, nenhum cientista em sã consciência diria que há acaso em processos evolutivos ou em reações químicas. Isso fica para os ignorantes e senhores da má fé como são os criacionistas, em suas tentativas calhordas de desqualificarem a ciência, de modo a dar suporte as suas crendices.

Realmente, o autor das infelizes notas possui sempre o mesmo argumento: AQUILO QUE É COMPLEXO FOI FEITO POR ALGUÉM INTELIGENTE. O designer (aquele de quem não falamos) é um eufemismo para o deus da mentira, da ignorância e da pilantragem a que ele presta culto, nada mais.


O mundo é feito tanto de causalidade como de casualidade. Esta é com a física, pois se o mundo fosse diferente do que ele é, teria propriedades distintas da que ele tem hoje e, se houvesse algo vivo e inteligente  nesse mundo, estaria conjecturando sobre os propósitos de estar vivo e de por que tudo é como é. 

Já quando falamos de causalidade, esta é com a química e com a biologia, pois tudo ocorre do jeito que ocorre porque há propriedades químicas e leis genéticas que determinam como as coisas devem ser. O acaso também fica com o que vai acontecer com nosso planeta, o que determinará como os seres vivos serão, após determinados eventos que tirariam o mundo de seu atual estado de estase.

Sem dúvida, ao sair da estase, as espécies responderiam se solicitadas. A maioria se extinguiria, como já ocorreu tantas vezes. Apenas uma minoria responderia à solicitação e evoluiria ocupando os nichos que foram desocupados.


O que se pode concluir é que criacionistas ouvem uma bobagem que pode servir para dar respaldo as suas crenças e saem por ai alardeando essa bobagem se tomar um mínimo de cuidado.

Seu objetivo é desqualificar a ciência e enfiar goela abaixo das pessoas suas crenças idiotas em uma literalidade bíblica, que sequer uma igreja, que tenha a devida seriedade, leva em consideração.

O autor da nota se diz um cristão. Para começar, deveria parar de mentir, se dedicar mais à caridade e menos em falar besteiras e dar créditos a fraudes, de forma a sair em busca de sustentação de suas crenças mirabolantes.

MENTIR NÃO É SER CRISTÃO OU DE QUALQUER OUTRA RELIGIÃO QUE PREGUE O BEM. É SER ORDINÁRIO, BAIXO, ENGANADOR, SALAFRÁRIO E TODA SORTE DE ADJETIVOS QUE DESIGNAM UMA PESSOA SEM O MÍNIMO DE CRÉDITO E RESPEITO PELO SEU PRÓXIMO!!!



5 comentários:

Marcus Vinicius S. Oliveira disse...


Não sei se entendi completamente a questão, mas algo que me deixou intrigado nessa história toda foi que, ao que parece, eles simplesmente tiraram uma fotografia, depois destruíram o carvão. E a tal “análise minuciosa” que fizeram não incluiu o aspecto mais importante, a meu ver, que seria justamente o de tentarem descobrir COMO o artefato metálico teria sido incrustado naquela rocha fóssil ANTES de retirá-lo dela.

Mas o que me deixou maluco mesmo foi ler que, segundo a reportagem, essa negligência e descuido foram cometidos não por pessoas leigas, mas por CIENTISTAS! Ah, com essa eu quero morrer! (risos)

Pode contar, Elyson, deve ter algum caroço aí nesse angu. Dizem por aí que "o tempo é o senhor da razão", então aguardarei pra ver o que acontece...

Abraço.

Ramon disse...

No mundo quântico, processos ocorrem espontaneamente, como no decaimento de núcleos radioativos. Juntando a isso o balanço entre a energia positiva da matéria e a energia negativa da gravidade, essa flutuação pode ter energia nula: o Cosmo surge do "nada".
Somos nada será que é difícil entender criacionistas.

Elyson Scafati disse...

Pode ter certeza Vinicius; essas coisas geralmente não passam de farças e montagens para vender jornal.


Por isso inventam o cientista tal disse isso, o professor tal disse aquilo.


Mas se vc já reparou, essas coisas são alardeadas por um tempo e depois somem.

Tenha certeza, se fossem reais, passariam pelo escrutínio de cientistas e seriam publicadas em revistas científicas.


Não há conspiração ateísta ou evolucionista contra nada. Isso é fantasia criiacionista e de pessoas que querem vender livros fundados no realismo fantástico, nada mais.


Se a conspiração evolucionista fosse assim tão intensa, a teoria de Darwin ainda seria a mesma de há 150 anos, vc não concorda?

Marcus Vinicius S. Oliveira disse...


Concordo, sim.

A propósito, já que você tocou no assunto dos 150 anos de evolução da TdE, existe alguma postagem aqui no seu blog onde seja abordado brevemente, em linhas gerais, que distinção existe entre os conceitos de darwinismo, neo-darwinismo, síntese moderna e síntese estendida? Seria o fato de alguns desses termos designarem ideologias, e outros ciência? Ou são todos nomes diferentes para a mesma coisa? Gostaria muito de ler explicações a esse respeito.

Abraço.

Elyson Scafati disse...


Marcus


Darwinismo é o nome popular pelo qual se conhece a teoria da evolução em sua acepção quando elaborara por Darwin-Wallace..

Em uma concepção equivocada (aquela que os crias amam se valer) juntam-se aos trabalhos de Darwin coisas completamente sem nexo, como darwinismo social, ideias de eugenia, etc.).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Darwinismo



Neodarwinismo, teoria moderna da evolução, ou teoria sintética são a mesma coisa.

Este termo denota a combinação da teoria da evolução das espécies por meio de seleção natural de Charles Darwin, a genética como base para a herança biológica de Gregor Mendel, e a genética populacional.


https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADntese_evolutiva_moderna

http://www.nespolo.cl/LECTURAS/Clase%200_Pigliucci%202007-Evolution-EES%207pp.pdf


Nenhum deles se trata de ideologia quando analisados dentro da ótica científica, uma vez que são submetidos ao escrutínio científico.